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Erro bom, erro bom.

por FJV, em 25.10.09

Ou de como graças a um erro simpático a vaidade ainda é o que é. Obrigado, Fnac. Mas Bolaño?

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O cantinho do hooligan já depois do intervalo, no fim.

por FJV, em 25.10.09

Chegou o terceiro, por Farías, mas isso já sabem, depois de um golaço da Académica, e antes do golo de Sougou que Bruno Alves tentou defender com o calcanhar.

O resultado ficou; mas o jogo, só ao estalo. Mas enfim.

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O cantinho do hooligan já depois do intervalo.

por FJV, em 25.10.09

Só a mim. Num jogo deste nível, um golo de Mariano com Farías na linha de golo.

Depois, o de Farías, a passe de Mariano.

Eu falei de três golos; vamos ver como fica a minha pontuação no Expresso.

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Ora, ora.

por FJV, em 25.10.09

Estou a meio (um pouco mais) do novo Dan Brown. A esta hora, Robert Langdon já passou pela provação das salas do Capitólio, em Washington DC. Há uma mão decepada e tatuada.Um Mal'akh tatuado que vai ser o génio do mal que subiu a pulso na escala da Maçonaria, embora muito primário. Há uma chefe da CIA chamada Inoue Sato que tem mistério mas idade a mais para Langdon, o que significa que ainda não há nenhuma mulher bonita, e Katherine Solomon, embrulhada em noética, não me parece. Tem toda a artilharia de esoterismo acerca dos pais fundadores da América e sobre a construção do Capitólio. Quanto à maçonaria, lá iremos. Mais notícias em breve.

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O cantinho do hooligan antes do intervalo.

por FJV, em 25.10.09

Aos 36'32'', quando Hulk deixou a bola escapar para fora pela quinta vez, levantei-me e assobiei, juntando-me ao coro que já havia no Dragão. Até aos 41'10'', o FC Porto tinha «rematado» duas vezes à baliza, ambas por Rodríguez – e a única assistência de jeito tinha sido de Sapunaru. O jogador que vi correr com mais velocidade, além de Fucile, quando se lesionou, foi Helton, antes de tentar pontapear a bola para Falcao, lá à frente. Nessa altura, como vi Guarín e Farías a aquecer, levantei-me e saí. Tenho uma vaga esperança de que Mariano saia para que Farías tente ser ponta-de-lança, mas nunca se sabe; Jesualdo gosta de arquitectura, mas esquece-se de que é preciso contar com a arquitectura dos outros. E para ser arquitectura, este futebol não tem régua nem esquadro. Outra das razões por que me levantei e saí é que não suportava ouvir o meu companheiro do lado (o meu filho, na circunstância) a perguntar quanto é que «nos tinha custado» o Prediger e por que é que eles cuspiam tanto para o chão, se não jogavam coisa que se visse. Isso é que eu também gostava de saber.Também me disseram que o Meireles estava a jogar; não dei fé.

Pode ser que até ao fim ainda haja 3 golos, mas enfim.

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Barroso.

por FJV, em 25.10.09

Regresso a Miguel Torga, Bento da Cruz e Camilo.

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Uma velha arte.

por FJV, em 25.10.09

 

«Nunca dê um charuto a um desconhecido, este também é o meu lema. Há alguns anos eu era muito amigo de um lorde inglês, que certa noite veio jantar a minha casa. Depois do café e, talvez do conhaque, abri uma caixa de Montecristos que me fora oferecida por um amigo mexicano, um produtor de cinema, proprietário de terras no Yucatan. Era um ricaço das Caraíbas que sabia de charutos e, o que era mais importante, conhecia a minha paixão por bons charutos, sentimento tão veemente como a impaciência de Fortunato pelo amontilado. Embora nunca tenha declarado que um charuto, mesmo que se trate da minha vitola, é melhor do que uma mulher, como Kipling se casou com uma norte-americana porque não podia ter relações mais íntimas com o seu amigo americano, irmão dela. Parece que nunca conseguiu manter relações tão íntimas com o seu amigo americano, irmão dela. Mas essa é outra história.»

 

Fumo Sagrado é mais do que um livro - são vários: é uma história do tabaco que começa com a sua descoberta, em 1492, por um marinheiro da tripulação de Cristóvão Colombo; é uma celebração do tabaco e do acto de fumar, essa prática bizarra; e uma rapsódia em que intervêm o cigarro e cachimbo. Mas é, sobretudo, uma crónica erudita da relação entre o charuto e cinema. Nesta espécie de breviário do fumo, em que também se evocam os grandes fumadores da História (como Winston Curchill ou Fidel Castro), do Cinema (como Groucho Marx ou Orson Welles) e da literatura (como Conan Doyle ou Italo Calvino), Cabrera Infante, ele próprio um consumidor apaixonado de «puros», é o guia e o narrador das extraordinárias histórias ligadas a um prazer que faz «sempre recordar um tempo que nunca existiu».

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