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Também na Argentina.

por FJV, em 10.10.09

Na Argentina, o governo reserva apenas 1/3 dos meios de comunicação para o sector privado, sendo o restante dividido entre o governo propriamente dito e as organizações não-lucrativas (apoiadas pelo governo). Os Kirchner seguem a batuta de Chávez: «El Ejecutivo controlará la autoridad que regirá la radio, la TV y el cable; los multimedios son obligados a vender frecuencias en un año y no hay regulación de la pauta oficial. Así, los Kirchner apuestan a conformar un mapa de medios a su medida

 

Outras leituras:

  • «La democracia se suicidó: En 1989 se derrumbó el Muro de Berlín, en 2009, el Gobierno y el Congreso, alegremente, construyeron el muro de la censura.»
  • «Otro paso de los Kirchner en una ofensiva que no encuentra límites.»
  • «En busca de medios sumisos»
  • «Un lienzo de favores y de prebendas: Un increíble suicidio con tres balas. Una asombrosa alianza de hecho (o no tan de hecho) entre el kirchnerismo y los seguidores de Antonio Domingo Bussi, el otrora autocrático interventor militar en Tucumán. Gobernadores que entraron en la residencia de Olivos con una posición y salieron con otra muy distinta. Senadores que se preparan para asumir nuevas funciones en la administración pública cuando hayan concluido su mandato, dentro de dos meses. Esos son algunos de los trazos del lienzo de prebendas y de favores que acompañaron hasta su último instante el trámite legislativo del proyecto de ley de medios audiovisuales.»
  • «Los Kirchner aprueban sin enmiendas su ley para controlar los medios»
  • Na Folha de S. Paulo, aqui e aqui
  • Veja-se esta história, passada em Corrientes, no Chaco.
  • Leia-se a reportagem de El Universal, do México: «“Mis muchachos son expertos en partirle la columna y hacerle saltar los ojos al que hable”. El dueño de esa afirmación no es “Carlitos Way” sino el controvertido secretario argentino de Comercio Interior, Guillermo Moreno, quien utilizó esa amenaza contra los directores de la empresa mixta Papel Prensa
  • «Cristina Fernández y su esposo y ex presidente, Néstor Kirchner, que tienen una áspera relación con la prensa independiente y con muchos empresarios de su país, suelen referirse críticamente en forma pública a la cobertura que el periodismo hace de la gestión de Gobierno.» No El Universal de Caracas.

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A ideologia regressa.

por FJV, em 10.10.09

Tem razão o José Medeiros Ferreira. Mas por motivos completamente diferentes, justamente a contrario. O José afirma que a «ideologia regressou pela direita como se pode aferir pelas reacções à atribuição do Nobel da Paz a Barack Obama»; é uma frase que pode ser alterada a gosto. Um exemplo: «A ideologia regressou pela patetice como se pode aferir pela atribuição do Nobel da Paz a Barack Obama.» José Medeiros Ferreira conhece, como poucos entre nós, as marotices da diplomacia, com os seus ademanes florentinos, as suas subtilezas e os seus truques, sem falar do modo como os caminhos mais ínvios chegam onde se chegaria por linha recta. É isso que faz dele uma leitura sempre cativante. Isso é uma coisa; outra, é o reconhecimento de que «o que conta são as intenções e não tanto os resultados» e a ajudinha do exterior (a «comunidade internacional») para o mercado interno (a «popularidade» e as «negociações no congresso»). Não se comparam Ximenes Belo e os negociadores dos acordos de Oslo com «as intenções de Obama», mesmo que se tenha grande simpatia pela figura. O José Medeiros Ferreira acha que a ideologia regressa pela banda direita quando se trata de reagir à atribuição do Nobel a Obama, como se a atribuição fosse uma atitude de esquerda. Não é. Um gesto simbólico? Veremos se a política real não esmaga o gesto simbólico e o espectáculo Obama, José, veremos.

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Hoje, o Afeganistão.

por FJV, em 10.10.09

Hoje, na Fnac Chiado, às 18h30, o lançamento do Caderno Afegão, de Alexandra Lucas Coelho.

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Obama.

por FJV, em 10.10.09

 

Há um pormenor intrigante em tudo isto: Obama tomou posse a 20 de Janeiro; o prazo para entrega de candidaturas ao Nobel da Paz terminou a 1 de Fevereiro.

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