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O cantinho do hooligan. Mabalarismos.

por FJV, em 06.10.09

Luís Filipe Vieira sobre J. E. Bettencourt: «Esse senhor não nos pode ensinar nada. A boca morre pelo peixe.» Este homem é um génio.

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Retrato cruel.

por FJV, em 06.10.09

 

Pobre província, onde se acreditava que os melros haviam de crescer nas oliveiras e o vento passear entre os muros. Eu e outros demos quase tudo por lugares que mereciam e por lugares que não mereciam. Confiámos. Outros tempos. Problema de quem deu quase tudo. Há retratos assim. Este é justo e triste. Agradeço ao Luís por ter feito uma parte do retrato que eu queria ter feito (só que o meu seria mais amargo ainda).

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Da vida normal.

por FJV, em 06.10.09

Coisas como estas, Filipe, hão-de multiplicar-se, tão certo como o teu texto. Amanhem-se. Os «modernos cosmopolitas» vibram com essas e outras coisas, com a última moda e com as mais recentes tecnologias. Sempre foram assim e têm seguidores entusiastas, astrólogos e gestores, sociólogos e politólogos, gente dos institutos que tu pagas e eu pago, e que se refastelarão mais tarde enquanto tu pagas e eu pago a factura. É essa a vida normal num país que não faz contas.

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Apesar do fado.

por FJV, em 06.10.09

Amália Rodrigues morreu há dez anos. Na lista de nomes que a eternidade tocou, mesmo ao de leve, o seu está lá – pela voz, mas também pelo que representa para além do fado. Transformá-la em mito foi fácil, uma vez que já o era em vida com as suas canções, a sua travessia da história, a sua fama. Dez anos depois, o fado ressurgiu com novas vozes, algumas de grande brilho; parte deste “novo fado” tem uma marca de homenagem à mulher que melhor o interpretou e que fez dele o que quis e o tratou como uma segunda pele. Há entre o fado e o nosso temperamento uma relação de infidelidade: por um lado, queremos escapar à melancolia extrema e trágica da “canção nacional”; por outro, nada explica tão bem a melancolia portuguesa como essa dolência que Amália personificou e eternizou.

[Na coluna do Correio da Manhã]

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Casablanca, 4.

por FJV, em 06.10.09

Mesquita Hassan II. Um prodígio diante do mar de Casablanca.

Fotografias de Yann Arthus-Bertrand e Flavio Pagani.

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Casablanca, 3.

por FJV, em 06.10.09

 

Casablanca em Casablanca.

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Casablanca, 2.

por FJV, em 06.10.09

 

O aeroporto de Casablanca.

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Casablanca.

por FJV, em 06.10.09

Porto de Casablanca. 1920

(Foto de Jano Dubravcik)

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