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Blasfémia.

por FJV, em 02.09.09

A lei da blasfémia irlandesa tem perninhas para andar. Na Holanda, aliás, já se tinha tentado, para impedir a blasfémia contra o Islão.

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Os livros ardem sempre e cá estamos para aguardar pelo regresso. Até já, portanto.

por FJV, em 02.09.09

Soube, pelo Luís Januário, da interrupção de Os Livros Ardem Mal. Caros Osvaldo, Bebiano, Apolinário e Quintais: é uma sacanice. É raro, muito raro, que em Portugal se junte gente como estas quatro pessoas para organizar, mensalmente, um magazine de livros ao vivo, com entrevista e debate. Não sei se Coimbra fica mais pobre ou mais silenciosa na primeira segunda-feira de cada mês; ficamos todos mais calados, diante dessa fogueira onde as páginas se desfizeram em cinza, ardidas e lidas. Uma pena. Os Livros Ardem Mal era um acontecimento e uma excepção.

O lamento escrito pelo Luís é magnífico: «Da sabedoria e do método do Rui, do classicismo do Apolinário, das escolhas tímidas do Luís Quintais e sobretudo do Osvaldo, do brilho, da profundidade, da gravitas e do modo como falava de cinema ou dos livros do Planeta Tangerina.» Eu vi o cuidado que punham em cada escolha, em cada leitura, em cada proposta para debate; e sei como isso é raro. «Sempre vi aquelas tardes como uma graça, uma efemeridade, um ecosistema frágil, ameaçado pela indiferença dos estudantes e a boçalidade dos professores, a iliteracia da cidade, a desinformação habitual e o mau humor do gajo do som.» Desculpem lá, mas ora foda-se e regressem lá, que eu vou a Coimbra assistir.

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2666.

por FJV, em 02.09.09

 

Faltam 23 dias para o lançamento de 2666, de Roberto Bolaño. Mas já está no ar o blog.

 

¿Entonces qué es una escritura de calidad? Pues lo que siempre ha sido: saber meter la cabeza en lo oscuro, saber saltar al vacío, saber que la literatura básicamente es un oficio peligroso. Correr por el borde del precipicio: a un lado el abismo sin fondo y al otro lado las caras que uno quiere, las sonrientes caras que uno quiere, y los libros, y los amigos, y la comida. Y aceptar esa evidencia aunque a veces nos pese más que la losa que cubre los restos de todos los escritores muertos. La literatura, como diría una folclórica andaluza, es un peligro.

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Palomar.

por FJV, em 02.09.09

O Senhor Palomar acaba de mudar-se para o novo endereço, com a ajuda da Sapo. É visitá-lo, é visitá-lo.

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