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M. S. Lourenço (1936-2009)

por FJV, em 02.08.09

Morreu M.S. Lourenço, poeta, matemático (catedrático de Lógica e Filosofia da Matemática), tradutor, filósofo.

Poeta raro, autor de Arte combinatóriaPássaro Paradípsico, Nada Brahma, ou Os Degraus de Parnaso. Entre as suas traduções estão textos de Wittgenstein (a quem dedicou as suas teses de licenciatura e de doutoramento), de Joyce (fragmentos de Finnegans Wake) ou do matemático Kurt Gödel (M.S. Lourenço dedicou vários tabalhos ao teorema de Gödel). Foi presidente da Sociedade Portuguesa de Filosofia, ensinou em Oxford e em Santa Barbara (Califórnia). No domínio da filosofia escreveu, nomeadamente Teoria Clássica da Dedução, A Cultura da Subtileza: Aspectos da Filosofia Analítica, ou Os Elementos do Programa de Hilbert.

Era pai da bailarina Catarina Lourenço e do escritor Frederico Lourenço.

 

Página de M.S. Lourenço dedicada à Filosofia da Matemática.

Ler esta entrevista de M.S. Lourenço a Miguel Tamen. (Há uma entrevista publicada na revista LER que em breve estará online).

 

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Diz-me quem são os teus amigos.

por FJV, em 02.08.09

Ainda a propósito disto, veja-se a notícia acabada de chegar: «Chávez encerra 32 rádios e duas televisões críticas do regime.» Enquanto se prepara o encerramento da Globovisión, o director das telecomunicações diz que «não é a liberdade de expressão a liberdade mais sagrada que pode existir». A procuradora-geral é mais clara ainda: «A liberdade de expressão tem um limite e reclamo que se ponha um limite a esse direito.»

 

Ler também:

Para não distrair, ler estas notícias:

 

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