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Leitura instrutiva.

por FJV, em 01.08.09

A Lei dos Delitos Mediáticos que vai ser aprovada na Venezuela é um documento de leitura muito instrutiva: «Casi todos los ciudadanos, incluyendo a la fiscal, son susceptibles de ser penados con esta futura ley: los periodistas, los locutores, los conferenciantes, los productores nacionales independientes, los artistas o "cualquier otra persona que se exprese a través de cualquier medio de comunicación impreso, televisivo o de cualquier otra naturaleza", dice el artículo séptimo del proyecto de ley. También se incluyen en este artículo los propietarios y directivos de medios de comunicación.» Não foi só Lula, na altura, a apoiar o encerramento de estações de televisão na Venezuela. Razão tinha o Dr. Soares quando não viu ilegalidade nenhuma no encerramento da televisão RCTV. Ambos sabiam que tudo isso estava enquadrado pela lei; só que ela ainda não estava aprovada. Pois parece que agora já vai ser legal encerrar jornais e prender jornalistas e bloggers. Nada como ter razão antes do tempo.


«Hace una semana, el presidente Hugo Chávez ordenó a la Asamblea Nacional que antes de diciembre debía aprobar un conjunto de leyes "revolucionarias" y derogar las "contrarrevolucionarias" que impiden que el socialismo del siglo XXI avance. "¡Leyes revolucionarias, inexorables!", pidió Chávez, para "terminar de demoler las viejas estructuras del Estado burgués y crear las nuevas estructuras del Estado del proletariado, bolivariano". La Ley Especial de Delitos Mediáticos es una de ellas.

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Superioridade moral.

por FJV, em 01.08.09

A superioridade moral do PT brasileiro (viu-se) passou para todos os seus aliados. É o que diz Lula, o apedeuta: «O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem ao novo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que o Ministério Público deve levar em consideração a biografia dos investigados. Em 18 de junho, do Casaquistão, Lula já fizera apelo similar, ao questionar a ligação do senador com os atos secretos e declarar que Sarney tem histórico e não pode ser tratado como “pessoa comum”.» Este argumento, que já foi usado em Portugal (em nome das grandes figuras da República), já deu frutos. Vejam: o Tribunal de Justiça de Brasília proibiu o Estado de São Paulo de publicar reportagens sobre o mais recente dos escândalos de Lula e dos seus aliados. Em matéria de superioridade moral ninguém lhes leva a palma, aos lulistas.

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Isto, de qualquer modo, deixa Paulo Campos em muito maus lençóis, salvo seja.

por FJV, em 01.08.09

O título, no jornal, é «Fui convidada mas nunca tive contactos íntimos com Paulo Campos». O que deixa Paulo Campos a meio caminho. No corpo da notícia, se procurarmos bem, o que encontramos é «Joana Amaral Dias, militante bloquista, desmente que tenha tido "contactos privados e íntimos" com Paulo Campos, tal como o secretário de Estado tinha afirmado». Isto sim, deixa Paulo Campos em maus lençóis.

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