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O bibliotecário.

por FJV, em 30.07.09

 

Este homem promete.

 

(Dica do Bruno Sena Martins.)

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Relato de futebol.

por FJV, em 30.07.09

Uma crónica de futebol do Irmão Lúcia a merecer leitura, com as metáforas no sítio certo, mesmo quando mencionam o silicone, o amigo «carente de alguém com quem partilhar» e o «trema que caiu da lingüiça».

E outra sobre como deve efectivamente ser uma crónica de futebol sobre um jogo do Belenenses.

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Mentes brilhantes.

por FJV, em 30.07.09

A CP retirou a música clássica dos seus comboios e passou a oferecer RFM a rodos. Ora aí está uma medida de grande impacte social.

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Superior.

por FJV, em 30.07.09

Dois dos melhores títulos da imprensa desta manhã, senão mesmo os melhores, vêm em A Bola, páginas 14 e 15, assinados por Vítor Queirós e José Carlos de Sousa, respectivamente: «Brandas luxúrias entre os mamutes» e «As medusas da minha vida».

 

Mas, fora do contexto, o título da entrevista do I com o presidente do Instituto do Sangue também pode dar que falar: «Gays que não se assumam devem ser processados».

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Revista de blogs.

por FJV, em 30.07.09

«Há quem colecione maridos. Eu coleciono psiquiatras. Preferia colecionar maridos.»

Ana Cássia Rebelo, no Ana de Amsterdam.

 

«Toda a gente sabe que critiquei ferozmente o PS. Seio-o, sobretudo, eu. E não me arrependo.» Miguel Vale de Almeida, no Jugular.

 

«Assim como assim, agora são todos socialistas»

João Gonçalves, no Portugal dos Pequeninos.

 

«Estive um dia no twitter. Não gostei. Já apaguei a conta. Não percebo a paixão que tanta gente tem por aquilo.»

Henrique Raposo, no Clube das Repúblicas Mortas.

 

 

«Mas, o caricato desta «história» é que Louçã age sempre assim, às três pancadas, em tudo. Acusa como na Inquisição ou como Trotsky, em 1917: sem fundamento, nem provas. E fica muito feliz com isso. A Joana, apesar da diatribe, ao pé do Xico é uma santinha.»

Tomás Vasques, no Hoje Há Conquilhas.

 

«Sempre que vejo o João Tiago Silveira na televisão fico com vontade de fazer filhos.»

Rodrigo Moita de Deus, no 31 da Armada.

 

«No brado dos comentários da página do Ípsilon, alguns adeptos do Belenenses, de têmpera particularmente "sensível", supomos, exigiram um pedido de desculpas a pretexto de uma crítica do João Bonifácio. [...] Se tivermos em conta que o Belenenses se mantém na 1ª Liga, há dois anos seguidos, devido a questões de secretaria, é um tanto natural que a fé nos expedientes siga dobrando talheres»

Bruno Sena Martins, no Avatares de um Desejo.

 

«Decidi interromper o bullying especista a que tenho submetido os caranguejos anões da Praia da Tamargueira apenas para vir aqui subscrever - com uma ênfase praticamente homoerótica - os quatro mil trezentos e quarenta e três caracteres do Luis Miguel Oliveira sobre a desempolgante polémica Bonifácio-Belenenses.»

Rogério Casanova, no Pastoral Portuguesa.

 

«Alguns dos nossos comentadores políticos acreditam, talvez, que a doutora Joana Amaral Dias foi má, muito má – e que por isso merece apanhar umas nalgadas. Eu compreendo-os.»

Luís M. Jorge, no Vida Breve.

 

«Uma das coisas que me leva a ser de direita é a legitimidade para olhar com enfado para o entusiasmo azeiteiro dos outros.»

Laura Abreu Cravo, no Mel com Cicuta.

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Efemérides.

por FJV, em 30.07.09

Há dois anos, neste dia, desapareciam dois grandes vultos do cinema: Ingmar Bergman e Michelangelo Antonioni. O primeiro filme de Antonioni foi realizado em 1943 (‘Gente del Po’, a que seguiu, em 1945, ‘Roma-Montevideo’, outro documentário); o primeiro filme de Bergman (‘Crise’) é de 1945. Ambos representam duas sensibilidades e duas culturas do pós-guerra europeu e não há nenhuma ligação entre ‘O Grito’ e ‘Morangos Silvestres’, que são do mesmo ano (1957) ou ‘Profissão Repórter’ e a genial versão da ‘Flauta Mágica’ de Mozart, filmados ao mesmo tempo, em 1974. O retrato da angústia diante da morte e do amor em Bergman e a incessante busca de beleza em Antonioni são o que impedem o cinema de ser apenas entretenimento – e ser arte. Bergman e Antonioni foram dois dos últimos românticos da nossa vida.

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