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Recordações do Paraíso

por FJV, em 14.04.09

MEN IMPROVE WITH THE YEARS
I am worn out with dreams;
A weather-worn, marble triton
Among the streams;
And all day long I look
Upon this lady's beauty
As though I had found in a book
A pictured beauty,
Pleased to have filled the eyes
Or the discerning ears,
Delighted to be but wise,
For men improve with the years;
And yet, and yet,
Is this my dream, or the truth?
O would that we had met
When I had my burning youth!
But I grow old among dreams,
A weather-worn, marble triton
Among the streams.

W.B. Yeats, The Wild Swans at Coole (1919)

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Le indagini dell'ispettore Ramos. Entrevista.

por FJV, em 14.04.09

Entrevista na Radio Due, para ouvir online.

Não sou eu. É o inspector Ramos: «Jaime Ramos non era autoritario, ma gli piaceva dare ordini e aspettare tranquillamente che le cose si sistemassero da sole. Se c'era una critica da fare a Jaime Ramos era che non si interessava alle cose con applicazione, impegno, coerenza e ovvietà. Spesso gli sembrava che lo infastidisse qualcosa, la pioggia, un omicidio, il sole, l'estate, l'ora di pranzo. Non era mai entrato nei particolari.»

L'ispettore Jaime Ramos è un uomo disincantato e malinconico, con un passato comunista e una guerra coloniale in Guinea alle spalle, scettico sulla natura umana ma con una fortissima carica di ironia; la capacitá di sorridere lo preserva dall'orrido mondo di coloro che hanno certezze su tutto. E' lui il protagonista dei romanzi Lontano da Manaus e Un cielo troppo blu (La Nuova Frontiera); l'autore, il portoghese Francisco José Viegas, ci racconta il «suo» personaggio e l'ambiente in cui vive.

 

Sobre Longe de Manaus, críticas de Giancarlo de Cataldo no L'Unitá e de Marco Peretti no Liberazione, do La Repubblica, e do Il Manifesto.

Sobre Um Céu Demasiado Azul, crítica no Il Messaggero, Jaime Ramos no La Repubblica, no Il Sole24Ore, de Marilia Piccone (Wuz).

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Está a chegar.

por FJV, em 14.04.09

 

 

O primeiro dos romances póstumos de Guillermo Cabrera Infante, A Ninfa Inconstante.

Ilustração de Pedro Vieira.

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Um debate sobre a vida dos outros.

por FJV, em 14.04.09

O que na altura disse sobre o tema (e, antes, aqui) parecia-me suficiente. Como não foi, recolho os de Filipe Nunes Vicente e de Pedro Picoito a propósito da «exigência de declaração de interesses» a Fernanda Câncio. Subscrevo, palavra a palavra, esses textos.

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A Caipirinha de Aron.

por FJV, em 14.04.09

As crónicas de Henrique Raposo estão finalmente publicadas em livro: A Caipirinha de Aron. Crónicas de um Liberal Triste (edição Bertrand).

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250 anos.

por FJV, em 14.04.09

George Friedrich Häendel morreu há 250 anos. Cumprem-se exactamente hoje, dia em que as crianças regressam à escola depois de duas semanas de férias e de um domingo de Páscoa – data em que era costume ouvir-se uma das suas peças maiores, a oratória Messias. Hoje, nas escolas, não se sabe quem era Häendel e suponho que os nomes de Bach, ou Mozart, ou Haydn, dizem pouco nas salas de aula. Sinto-me cada vez mais desiludido com o esquecimento destas coisas, culpa minha de não saber acompanhar «o ar do tempo». Sou dos que pensa que o ensino da música devia ser universal e obrigatório – seria uma forma de «democratizar» a arte em vez de escondê-la para eleitos. Infelizmente, em democracia, se a maioria defende o mau gosto, é ele que ganha. Tenho pena, mas Händel não é popular.

[No Correio da Manhã.]


Adenda: nem de propósito.

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