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Ler, 77.

por FJV, em 05.02.09

 

Neste número, há um dossier sobre Darwin (e sim, o título é mesmo Viva Darwin!) com textos de Thiago de Carvalho, Tiago Cavaco, Rogério Casanova, Teresa Avelar e Carreira das Neves -- e com ilustrações imperdíveis de Pedro Vieira, o Irmão Lúcia.

Há também páginas belíssimas com Nuno Bragança (fotografias inéditas, muitas delas) e um texto inédito do autor de A Noite e o Riso. Podem ver-se as fotografias da Mocidade Portuguesa do novo livro de Joaquim Vieira. Há uma entrevista (polémica q.b.) de Jonathan Nossiter, o autor de Mondovino (por Carlos Vaz Marques) e ainda Ruy Castro entrevistado por Mónica Marques. Crónicas de Pedro Mexia (que leu O Segredo) Abel Barros Baptista, Eduardo Pitta, José Eduardo Agualusa, José Mário Silva, Filipe Nunes Vicente, Onésimo Teotónio de Almeida, Inês Pedrosa e Francisco Belard. Extractos dos novos romances de Adriana Lisboa e de John Keegan. Ferreira Fernandes diz que quer jantar com Fernão Mendes Pinto. João Pedro George está a escrever um romance e é entrevistado no sofá da LER. Rui Bebiano trata dos livros de ensaio. Jorge Reis-Sá comenta Bruno Nogueira. Na coluna de Rogério Casanova pode ficar a saber tudo sobre estruturalismo, formalismo russo, marxismo, pós-modernismo e pós-colonialismo (é uma volta ao mundo académico em cinco parágrafos). Há ainda a sala de trabalho de Nuno Júdice e o próximo romance de Hélia Correia antevisto por José do Carmo Francisco. A lista dos livros preferidos de Luís Afonso e de João Paulo Martins. A leitura dos livros de economia por Fernando Sobral, a leitura dos livros infantis por Carla Maia de Almeida. Os Booktailors (Paulo Ferreira & Nuno Seabra Lopes) tratam da indústria do livro. Crítica de livros por José Mário Silva, Rogério Casanova, Dóris Graça Dias, José Guardado Moreira, Lydia Beuman, Carlos Câmara Leme, António Figueira, José Riço Direitinho, entre outros. Está à venda nas bancas e nas melhores livrarias e também pode comprar-se aqui e assinar-se aqui.

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Recensão.

por FJV, em 05.02.09

A não perder as notas de leitura de Tomás Vasques, «O 'socialismo' tropical em fim de estação», 1, 2 e 3, por agora. («É a síntese da vida de um homem e de uma «revolução» feita a pensar na posteridade. Nas palavras de Castro não há uma centelha de lucidez política; há apenas dogmas, fé e um total alheamento da realidade cubana e mundial.») Por isso, não se compreendem muito bem algumas  das muitas arengas de Ramonet.

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Daniel Pearl.

por FJV, em 05.02.09

Daniel Pearl and the Normalization of Evil, texto de Judea Pearl, no WSJ.

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O regresso do Apedeuta.

por FJV, em 05.02.09

Eis como Lula defende a candidatura de Dilma Roussef à presidência: «É uma gerente extraordinária. (...) Todos nós, homens casados, sabemos o peso que a mulher tem em nossa casa. Sabemos a força que a mulher tem.» De génio.

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Nem sempre é fácil. Mas é a vida.

por FJV, em 05.02.09

Um dos nossos vícios é ter medo da opinião minoritária. Ter uma opinião e não poder aplicá-la é uma comédia num país que vive no fio da navalha. As pessoas não se habituam a isso, que é tão simples: ter uma opinião, manifestá-la, defendê-la – mas não querer ser presidente da câmara, deputado, ministro ou primeiro-ministro para impô-la. Pior do que isso: desvalorizar uma opinião, porque não é maioritária, é um acto de covardia  pura.

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Isto é trabalho de ministro?

por FJV, em 05.02.09

O homem que outrora foi o sociólogo Augusto Santos Silva, e que é hoje ministro, mostrou-se indignado com uns cartazes contra José Sócrates – ou com uma incorrecção que constava num deles. Tanta sensibilidade causa impressão num político que denunciou uma tentativa «de golpe de estado constitucional» caso Cavaco fosse eleito sem ter pedido desculpa a seguir. Mas é o seu trabalho e devemos compreender que esse ofício nem sempre é fácil. O que diria Santos Silva se alguém adoptasse a frase da campanha de Kennedy vs. Nixon («Você comprava um carro em segunda mão a este homem?») em 1960, e que mais tarde, nos anos oitenta, foi retomada na Alemanha? Pediria a intervenção da polícia ou saía para a rua, hirsuto e aos gritos, arrancando cartazes? Sim, nem sempre é fácil. Mas é a vida.

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Explicações.

por FJV, em 05.02.09

O projecto da Telecinco é contra a liberdade de expressão. O projecto da Zon não é. Há coisas que se entendem logo.

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Voto presencial, sim, eu sei.

por FJV, em 05.02.09

Se há coisa que «não compreendo» (é uma maneira de dizer) é o esforço de José Lello e da esquerda para justificar o voto presencial dos emigrantes a todo o custo. Trata-se de uma manobra do mais puro oportunismo e mapeamento eleitoral. E ridícula no tempo do choque tecnológico. Não vale a pena mencionar, sequer, o empobrecimento da rede consular, a falta de apoio aos portugueses lá fora, ou enumerar os argumentos usados pelo Presidente. Bastaria, até, esse argumento usado pelo Tomás Vasques.

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