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António Alçada Baptista (1927-2008).

por FJV, em 07.12.08

 

Viajante, ensaísta, memorialista (Peregrinação Interior), editor (na Moraes), ficcionista (O Riso de Deus) – o António Alçada era sobretudo um conversador e um sedutor. Ele seduzia as pessoas com quem se cruzava ao longo da vida, e seduzia os seus leitores com aquele tom suave, como é a inocência da sua obra. Estabeleceu uma ponte entre os dois regimes, em 1974 (as suas Conversas com Marcelo Caetano foram uma última tentativa de ler o regime e O Tempo e o Modo uma forma de o mudar). Tinha uma inteligência muito intuitiva, o que o levava a pensar com leveza sobre coisas profundas. E chegava antes dos outros a conclusões que poucos hoje lhe atribuem. Isso fazia dele um homem generoso de quem era difícil não gostar. Muita gente lhe deve muita coisa.

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Piú lib[e]ri em Roma.

por FJV, em 07.12.08

 

 

 
Stand da Nuova Frontiera; com Giorgio di Marchis, na apresentação de Un Cielo troppo Blu (a sua Lazio perderia daí a duas horas...); com Rodolfo Ribaldi, o pater familias da editora (Lorenzzo acabava de chegar de Guadalajara).

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