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Vai haver feira?

por FJV, em 10.04.08
Haverá feira do livro este ano?

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De facto.

por FJV, em 10.04.08
De carro, a caminho de casa, faço zapping pelas estações de rádio à hora do Sporting-Glasgow Rangers. RCP, Antena 1, RR e TSF. É aqui que ouço Pedro Gomes, com aquele ar de cátedra, perorar sobre o jogo que começava daí a minutos. Não; o Glasgow?; de anedota; não têm defesa, não sabem atacar, não têm estatura (basta olhar para Darcheville...), não sabem jogar em relvados como o nosso, não sabem fazer transposição defesa-ataque (ou seja, aquilo que se chamava «passes de profundidade»), nada, nem deviam tê-los deixado embarcar em Glasgow. Antes de passar para a rádio onde ouvi os primeiros minutos de relato, já sabia: estava escrito. Ele tinha falado.

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Tá na cara.

por FJV, em 10.04.08
Isto é a sério? Gosto pelo flirt ou por relações amorosas a longo prazo está-nos escrito na cara.

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Ah, Menezes.

por FJV, em 10.04.08
Absolutamente profético, Medeiros Ferreira.

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Notícias

por FJV, em 10.04.08


Actualizações diárias no blog da LER.

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Zimbabwe

por FJV, em 10.04.08

Desde há dez anos, que me lembre, que são sistematicamente denunciados os crimes do nazi de Harare, Robert Mugabe. A opinião da esquerda europeia era a de que se tratava de um vil ataque à “linha da frente”. Quando os escombros do Zimbabwe ficarem à mostra, ver-se-á o preço da colaboração com os crimes e a loucura de Mugabe.

[Da coluna do Correio da Manhã.]

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Corruptólogos.

por FJV, em 10.04.08

Levante o dedo o primeiro português que confesse, aberta ou veladamente, que é a favor da corrupção, esse monstro que tudo devora (basta deixar) e que reúne cidadãos de todas as condições em guerra aberta. Não há, do Minho ao Algarve (e fazendo um desvio pela ilha do Corvo) um único português que não brade contra a corrupção. O sistema de justiça português, tirando os casos de pequenos ou grandes crimes contra pessoas, mais os tribunais administrativos e os de menores, dedicam-se a fundo à corrupção. O país inteiro vibra, aplaude, contorce-se e tem cãibras à custa da corrupção. Se um árbitro se equivoca num fora-de-jogo, mandemos-lhe uma brigada anti-corrupção da PJ. Um professor dá má nota a um aluno? Pois que os pais o acusem de corrupção. Acusemos de corrupção o empregado de café que nos dá uma tosta mista quando tínhamos pedido um pastel de nata. Esgotemos a palavra corrupção, fartemo-nos dela. Invoquemo-la diariamente. Daqui a uns tempos ninguém liga. Viva Portugal.

[Da coluna do Correio da Manhã.]

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