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por FJV, em 06.10.07
||| Milagres.
Um milagre é inesperado; o outro é ainda mais inesperado. O primeiro chama-se Bimby, e é a aquisição mais recente. O segundo chama-se Cintra Dunkel. O primeiro permite-me cozinhar e não ter medo das sobremesas. O segundo é a melhor cerveja de tipo dunkel produzida em Portugal; quanto a mim, e salvo melhor opinião, bateu a escurinha da Tagus.

Adenda: cinco minutos depois de publicado este post, um amigo enviou-me um documento em word com 800 receitas para a Bimby. 800. Oitocentas.
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por FJV, em 06.10.07
||| Paulo Francis recordado.
Não perca a amostra de pedacinhos do «Diário da Corte», de Paulo Francis, reproduzidos por Alexandre Soares Silva, aqui, aqui, aqui, e aqui.
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por FJV, em 06.10.07
||| Eles adoram queimar, 4.
No O Jansenista, «Eles adoram queimar.»: «Chavistas, lulistas e quejandos agradecem comovidamente tanta ingenuidade - e agradecem mais ainda que, em países como o Brasil, poucos sejam já os que sabem o que significou a dupla Jânio Quadros / João Goulart em termos de atraso económico e de degradação social do país, isto só para darmos um exemplo.»
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por FJV, em 06.10.07
||| Bicicletas em Lisboa e os astronautas. Ou «a actividade física perversa e perigosa para as nossas cidades.»

Por email, Duarte Sobral comenta o diálogo com Tiago Mesquita de Carvalho neste blog; tudo nasceu de uma opinião inocente:

«Uso a bicicleta como meio de transporte, não uso capacete e também não gosto de astronautas. Quanto à lycra uso-a exclusivamente nos desportos aquáticos porque, além de não a achar confortável em terra, associo-a directa e inconscientemente ao desporto hardcore e a transpiração extrema, de tal forma que só de ver alguém vestido de lycra sinto comichões.
Há uns meses vim trabalhar para Sines onde fiz uma descoberta aterradora. Descobri então que algumas pessoas desta pequeníssima cidade se fazem deslocar diariamente de carro para todo o lado (por vezes em distâncias inferiores a 400 m). Fiquei ainda mais surpreendido quando encontrei algumas dessas pessoas trajadas de astronauta, com calções de lycra, sweat-shirts e garrafinha de água na mão, a marchar furiosamente pela marginal aos pares e aos trios... com o espanto demorei a perceber que estavam a praticar o footing porque, dizem os médicos, é uma actividade desportiva muito benéfica para a saúde e muito eficaz na redução do risco de doenças cardio-vasculares. Apeteceu-me gritar: Vão-se Footing, pá! Passam o dia sentados no escritório ou no café, para onde vão sentados no carro, e ao fim da tarde vão suar que nem umas bestas, a praticar o footing!!!
Como urbanista, considero esta perspectiva da actividade física perversa e perigosa para as nossas cidades... pessoalmente acho-a completamente idiota e só encontro explicação para ela no domínio da psicanálise.» CONTINUE A LER AQUI.

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por FJV, em 06.10.07
||| Eles adoram queimar, 3.

De João Paulo Brito, por email:
«O que é irritante no mail [de Nuno Filipe Oliveira], é que se defendem os actos mais estúpidos e irracionais e também reaccionários com base no facto de as lideranças e elites ocidentais serem também corruptas sendo então tudo permitido.
É o eterno mecanismo de manipulação à Bloco de Esquerda. Quando se diz que Fidel é um ditador ou que Chávez vai gradualmente sendo outro ditador, a resposta é invariavelmente a mesma: e então os EUA (de preferência os EUA que são sempre a fonte de todo o mal) onde há miséria e que desencadeiam guerras noutros sítios, ou Portugal onde há tanta gente a viver mal, etc,etc, também não são sítios onde não há democracia? Ou seja, pega-se nos nossos males e que efectivamente são muitos, para primeiro se menorizar os defeitos que apontamos aos heróis do mundinho arrumado desta gente para depois os transformar até em virtudes. E a conclusão é sempre a mesma: nesses países as pessoas até podem não conseguir dizer aquilo que lhes apetece [...], mas “até há igualdade”. E sendo asim está tudo bem, porque estas pessoas não vão em grupos. E é nesse contexto que depois fazem a apologia de um acto tão simbólico da intolerância, reaccionarismo e opressão como queimar livros ou revistas com conteúdos dos quais discordam ignorando que milhares de pessoas deram as suas vidas por coisas tão simples como dizer e ler aquilo que se quer.Eu só gostava de saber se acaso queimasse alguma cópia dos discursos histéricos, demagógicos e idiotas de Chávez porque eu também não vou em grupos e muito menos no de Chávez, se ele no espírito da sua “revolução bolivariana”, se manteria mudo e quedo ou me instauraria um processo [...].
É que, pelo menos em Portugal, se eu ficar descontente com as mentiras e manipulações do Público ou, para este efeito as do Le Monde Diplomatique, tenho uma solução muito simples que é deixar de os comprar. Realmente o Sr. Nuno Oliveira pode não ir em grupos mais os seus amigos à volta da fogueira, mas eu e muitos outros como eu também não estão interessados em ir nos grupos do Sr. Nuno Oliveira à volta das suas fogueiras condenatórias da liberdade de expressão e que não obedecem aos seus cânones daquilo que ele entendem ser a verdade política mas que é sempre excludente das verdades de todos os outros que discordam dele.»
De Amélia C. Malheiro, por email:
«Nunca pensei que pactuasse com a obscenidade desse artigo da Veja, mas confere se pensarmos nas suas tropelias sobre Lula da Silva. Queimar a revista é um acto simbólico, de protesto contra uma revista que se tem colocado permanentemente do lado da direita e que tem hostilizado o presidente do Brasil. Ou eles não têm liberdade de protestar? O senhor é anti-Lula, mas foi Lula quem ganhou as eleições e contra isso não há nada a fazer.»
[FJV]

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