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por FJV, em 22.08.07
||| O cantinho do hooligan. A Arménia, esse colosso.
Não há-de ser nada. O problema foi o relvado.
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por FJV, em 22.08.07
||| Carviçais Rock, por José Rentes de Carvalho.






A propósito deste post, veja-se a entrada de 31 de Julho de 2004 no diário de José Rentes de Carvalho, por gentileza do autor:

«Sábado 31 de Julho - É daqueles acontecimentos que provam como acompanho mal a actualidade. Quando mo disseram julguei que fosse gracejo, ou iniciativa de meia dúzia de jovens a sofrer a nostalgia de um Woodstock que não viveram. Nada disso. É mesmo festival a sério, com palcos, música e barulho a condizer, tendas, bebida, geradores eléctricos, rapazes com o cabelo em rabo de cavalo, rapariguinhas vestidas à cigana. Carviçais Rock. À beira da estrada, mas de facto in the middle of nowhere. Vou, cheio de curiosidade e fico desolado. É triste. É pelintra. É má imitação. Até os hippies que por ali se arrastam são de pechisbeque: a fingir de drogados, nem sequer estão bêbedos. Em volta deles há uma multidão que veio para ver, velhos e novos, mulheres, homens, crianças, todos de boca aberta, o ar pateta como se estivessem num jardim zoológico defronte de animais exóticos.
Terminado o festival os homens da Câmara fizeram a limpeza. Depois houve churrasco e carrascão. A alegria foi tanta que quando deram por ela as labaredas tinham atravessado a estrada. Arderam pinhos, oliveiras, amendoeiras e mato, porque mais já não há.Com aviões e helicópteros conseguiram parar o incêndio quando ele, em Estevais, seis quilómetros adiante, estava a chegar às casas. Este ano, felizmente, a Câmara não deu verba.»

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por FJV, em 22.08.07
||| O cantinho do hooligan. Um título a sério.
Luís Filipe Vieira arrasa Nuno Gomes (o que é estranho; um presidente de um clube não desata a desvalorizar os seus rapazes) é este o título de uma notícia da edição de hoje do DN. Insuspeito de apreciar o género de futebol de Nuno Gomes, faço-lhe um elogio público: pode marcar golos mas não entende nada de oportunidades.
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por FJV, em 22.08.07
||| Começa hoje.
Agora que o Supremo brasileiro vai começar, a partir de hoje, a discutir se a quadrilha do mensalão vai ou não ser julgada, pode relembrar-se este momento glorioso, «o repto lançado por Roberto Jefferson na direção de José Dirceu, à época o chefão do Gabinete Civil de Lula»: «Rápido, sai daí rápido Zé, senão você vai fazer réu um homem inocente, que é o presidente Lula...» Dirceu saiu; enxotado. Como declarou o Apedeuta: «Foi afastado. Foi afastado. Eu o afastei. Afastei o Zé Dirceu, afastei o Palocci, afastei outros funcionários que estavam envolvidos e vou continuar afastando.»
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por FJV, em 22.08.07
||| Os meninos eléctricos.
Houve um certo alvoroço com esta notícia; a GNR «deteve 108 pessoas, entre os 20 e 30 anos durante o festival de música electrónica em Elvas, nos últimos dias, e apreendeu 15 mil doses individuais de droga». Uma mulher acabou mesmo por morrer de overdose. A gloriosa província renasce das cinzas. Há tempos ouvi falar do festival de música electrónica (creio que não é bem isso) em Carviçais. Eu lembro-me de Carviçais na minha infância e adolescência, conhecida apenas pela proximidade das minas de volfrâmio do Carvalhal, pelo restaurante Artur (então uma taberna) e pela paragem de cinco minutos da automotora Pocinho-Duas Igrejas (o comboio normal parava durante mais tempo por causa do vagão postal e das mercadorias). Imagino a impressão que farão o techno, o trance e outras formas de arte sofisticadas no planalto desertificado do Nordeste, aborrecendo as cigarras, os grilos, os melros e os escorpiões dos penhascos e dos olivais. Em tempos, ali perto do Sabugal, uma freguesia da montanha anunciava um espectáculo na antiga Casa do Povo com duas bandas de death-metal («o mosh começa às dez da noite», terminava o folheto). Já quanto a Elvas, compreendo; ali, o festival é um grande acontecimento turístico no arame da fronteira. Sinceramente, tanto me faz que eles caiam que nem tordos ao som de música electrónica como se abatam a si mesmos com «1,9 quilos de haxixe, 1478 selos de LSD, 440 gramas de anfetaminas, 70 gramas de cocaína, 3,6 gramas de heroína e 70 comprimidos de ecstasy» (foi esta a apreensão no local), porque parece que a ideia era «juntar entusiastas do psicadélico e pessoas com filosofias interessantes de todos os pontos do globo e promover o equilíbrio entre a natureza e a tecnologia». No hospital local apareceram 36 pessoas com sinais de consumo excessivo de drogas, a necessitar de apoio médico. Apenas peço que alguém limpe o tapete.
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por FJV, em 22.08.07
||| Menezes.
É a guerra, é a guerra. Mesmo com plágios.
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por FJV, em 22.08.07
||| O dinheiro dos partidos.
Se José Lello alguma vez comentar este assunto, será motivo para felicitar Vital Moreira.
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por FJV, em 22.08.07
||| Atum Chávez & Humala.










O Henrique Burnay descobriu esta preciosidade. Trata-se de latas de atum com os retratos de Chávez e Ollanta Humala (nacionalista e folclorista peruano apoiado por Chávez nas eleições, e derrotado). O governo de Caracas diz «que desconoce su origen» e atribui a patetice ao imperialismo americano. Duas semanas atrás, o governo venezuelano também desconhecia a origem de uma mala com 800 mil dólares «en efectivo» apreendida em Buenos Aires a um executivo da PDVSA (a estatal de petróleo venezuelana) e eventualmente destinada a financiar a campanha eleitoral da mulher de Kirchner; o transportista limitou-se a viajar com o staff governamental venezuelano e a partir com ele para o Uruguai. Caracas diz que a mala é uma manobra americana.
[FJV]

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por FJV, em 22.08.07
||| O deserto.
É para quase toda a gente evidente que o senhor ministro da Administração Interna não aprendeu nada com o seu trabalho anterior. E devia. Vendo bem, e lendo bem as suas declarações na SIC, trata-se de um falhanço político que tenta refugiar-se em armadilhas jurídicas. O seu papel, naquele momento, era essencialmente político.
[FJV]

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