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por FJV, em 08.07.07
||| Machu Picchu.









Gosto bastante desta gente (para ouvir) e destes lugares (para ver).
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por FJV, em 08.07.07
||| Mario Vargas Llosa, Mi Novela Favorita.









Vargas Llosa regressa ao fascínio das radionovelas: são 52 romances adapatados à rádio, numa lista encabeçada pelo D. Quixote, e que ontem começou a ser transmitida no Peru (na RPP), com uma duração de 54 minutos para cada livro. No próximo sábado é Moby Dick, de Melville.

Aqui, pode ouvir a primeira parte da narração de D. Quixote.
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por FJV, em 08.07.07
||| Lontano da Manaus, e «la piovosa Porto».












Hoje, no Il Sole 24Ore, crítica de Bruno Arpaia, com o título «Nera Movida Spagnola»:

«Dal Portogallo, infine, arriva l’interessantissimo romanzo di Francisco José Viegas, autore finora mai tradotto in italiano, che ha per protagonista l’ispettore Jaime Ramos: uomo disincantato e malinconico, con un passato comunista e una guerra coloniale in Guinea alle spalle, scettico sulla natura umana ma con una fortissima carica di ironia che lo preserva dall’orrido mondo di coloro che hanno certezze su tutto. Chiaro fin dall’esergo («Il romanzo giallo, come si sa, ha le sue regole. Questo no.»), Lontano da Manaus parte da una situazione di genere (la scoperta nella periferia di Porto di un cadavere apparentemente senza storia, quello di un tal Álvaro Severiano Furtado) per esplorare poi labili tracce, coincidenze quasi inverosimili, indizi ricavati da vecchie foto, per seguire un tempo che non è quello dell’indagine propriamente detta, per vagare da una piovossissima Porto alla luce abbacinante di Luanda, dalla Beirut del XIX secolo a una gocciolante Manaus. Come ha scritto Giancarlo De Cataldo, «il talento visionario di Viegas, capace di pagine memorabili e performance poetiche che lasciano a bocca aperta, fa venire in mente un Wenders d’annata. E, alla fine, non t’importa più chiederti che razza di libro tu abbia letto». Ne è importante aver capito davvero come si siano svolti i fatti nei dettagli. Il libro è lì, affascinante e carico d’atmosfera, all’ orizzonte possibile dei generi letterari.»
[FJV]

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por FJV, em 08.07.07
||| Física, 2.
A Teresa Castro, por mail, comenta a questão dos exames de Física do secundário:
«É verdade que quem estuda e tem boas notas no decorrer do ano
lectivo obtém classificação a contento nos exames nacionais de Física (12º),
Física e Química(11º) e Química(12º). As dificuldades fundamentais não
respeitam às novas estratégias de ensino, aos critérios de avaliação ou ao
desinvestimento da tutela – o equipamento dos laboratórios é a cada ano
melhor e tecnologicamente mais desenvolvido e cresce o protagonismo das
aulas laboratoriais nas aquisições das competências necessárias às ciências
ditas experimentais.
Os problemas são outros e fundos. A maioria dos alunos chega ao ensino
secundário oriundo das escolas básicas, ensinados por professores cujos
objectivos pedagógicos são adequados ao sucesso na conclusão do nono ano de
escolaridade. Temos, como decorre das estruturas escolares, uma fractura
entre ciclos de estudo, em vez de estabelecimentos de ensino onde os
docentes podem leccionar, em simultâneo ou rotativamente, 12º ano e 7º ano
de escolaridade. A perspectiva da dialéctica ensino-aprendizagem muda por
completo – o professor terá objectivos mais abrangentes, preparando os
alunos de acordo com perspectivas e competências futuras, conquanto
subordinado aos conteúdos curriculares do nível leccionado. No quadro
estrutural presente, ao concluírem o ensino básico, os alunos vêm adaptados
a um ensino concreto – de acordo, aliás, com o desenvolvimento intelectual
da faixa etária – e deparam à entrada no secundário com ritmos de trabalho
exigentes e conteúdos que requerem treinados raciocínios lógicos e
abstractos. Ora, para isto não foram suavemente preparados. É o choque. A
inadaptação. A ruptura. A fuga. O sucesso em pirâmide aguçada culmina no 12º
ano. Convém enfatizar que três anos de estudo nas escolas secundárias são
curtos para modificarem os enraizados hábitos de modéstia nos desafios
pessoais e a facilidade.
Mais há: os cursos de ciências e tecnologias requerem dos alunos muito
empenho pelas três abordagens obrigatórias em cada ciência curricular –
componente teórica, teórico-prática e laboratorial sustentada esta em
relatórios individuais que devem cumprir normas rigorosas e prazos
específicos. Por outro lado, pais e alunos raramente levam a sério a
informação de todas as classificações obtidas desde o início do 10.º ano
contribuírem para a média final de conclusão do secundário – média decisiva
para o ingresso na universidade.
Os alunos que sustentam as aprendizagens em trabalho esforçado e talento que
lhes determinou a escolha vocacional, ainda que genérica, ao findarem o
ensino básico, têm sucesso à altura da dádiva. Os que optam pelo estudo das
ciências por razões frívolas como o prestígio social ou a perspectiva de
entrada facilitada no mundo do trabalho sem que as capacidades de disciplina
interior estejam à altura, verão nublado o sucesso.»
[FJV]

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