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por FJV, em 03.07.07
||| P. G. Wodehouse (1881-1975)







A Cotovia acaba de lançar, na sua nova colecção Raposa Matreira, o romance de P. G. Wodehouse Época da Acasalamento. A tradução é do brasileiro Alexandre Soares Silva, revista para Portugal por Carla Hilário Quevedo e Fernanda Mira Barros. No Expresso do passado sábado, João Pereira Coutinho, considerando Wodehouse «um prodígio de elegância e humor sem paralelo no século XX», di-lo «inexistente em Portugal». Inexistente nas livrarias, com certeza; nas bibliotecas, não.
Há seis obras de Wodehouse traduzidas em Portugal, a primeira das quais, Por Sua Dama, publicada em 1936. Dois anos depois, em 1938, a mesma editora, Europa, publicava Isso é consigo! e, em 1949, a Sociedade Nacional de Tipografia dava à estampa Um Homem de Visão. Mais próximo de nós, a Aster, em 1958, 1959 e 1960, traduzia Dinheiro Molesto, O Tio Fred à Solta e O Código dos Woosters.
A história da edição portuguesa está toda por fazer; e as novas gerações tendem a pensar que, antes delas, só existia o caos e o vazio.
[MAV]

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por FJV, em 03.07.07
||| Máximo.
Acabou o No Minimo. Uma pena.
[FJV]

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por FJV, em 03.07.07
||| Eleições autárquicas de 2001. Viciadas?













Caro Tomás: a ideia de J. Ramos de Almeida para o livro Eleições Viciadas?, que ainda não li, merece atenção, certamente. Mas só parcialmente se justifica a tua pergunta («Agora?»). Na verdade, a primeira investigação sobre o assunto foi publicada apenas dois meses depois das eleições autárquicas de 2001, num dossier completíssimo, pela Grande Reportagem da época, que eu então dirigia -- trabalho do jornalista A. J. Vilela. Publicámos fotocópias de boletins de voto, declarações de presidentes de mesa, gráficos que provavam terem existido irregularidades, detalhes que fariam corar de vergonha. Não houve resposta. Não foi, portanto, só agora que essas dúvidas se manifestaram. Foi logo, a seguir. Seria bom, para alguns, recordar essa noite eleitoral autárquica, em que Guterres abandonou. Por mim, recordo que João Soares se recusou a comentar ou a prestar qualquer declaração sobre o assunto; achámos estranho, na redacção, muito estranho. E as explicações fornecidas alguns meses depois eram muito mais estranhas.
[FJV]

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