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por FJV, em 26.05.07
||| Copacabana, como sempre.












«O fato é que não gostava de policiais, embora tivesse achado o detetive-filósofo interessante e atraente. Mas a promessa da tarde e a natureza da sessão já se insinuavam pelo modo de Maria chegar. Quando Camila abriu a porta para ela, Maria beijou-lhe a face exatamente no ponto em que face e lábios se encontram e, assim que a porta foi trancada, descalçou as sandálias e largou a bolsa no chão.» Luiz Alfredo Garcia-Roza, Espinosa sem Saída (Companhia das Letras).

Entrevista com L.A. Garcia-Roza | Espinosa de A a Z.

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por FJV, em 26.05.07
||| Contra os liberais. O antiliberalismo clássico português.










«Foi só nos começos do século XIX, graças a uma série de calamidades propícias ao desenvolvimento da anarquia, que os nossos democratas e liberais entreviram a possibilidade de instaurar entre nós, por um golpe de força, as ideas fundamentais da Revolução Francesa. [...] O liberalismo e a democracia directa são sistemas filosófico-políticos fundamentados no naturalismo, materialistas e racionalistas, defendendo a liberdade individual absoluta e a completa igualdade dos homens. Uma e outra se opõem à concepção cristã da vida e apenas se distinguem, nessa tarefa, pelos métodos adoptados.» Costa Brochado, Para a História do Liberalismo e da Democracia Directa em Portugal (Parceria A. Maria Pereira, 1959).
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por FJV, em 26.05.07
||| As bibliotecas de época.












«Não é um catálogo. É a indicação de um milhar de volumes que é vergonha desconhecer, e sem o qual se não pode entender a gíria da cultura que escrevemos e falamos. Prestará serviços a quem começa a formar o seu espírito, porque é uma viagem pelo mundo do espírito português. Encaminha, aos que precisam de ser encaminhados, a leitura.» Albino Forjaz de Sampaio, Como Devo Formar a Minha Biblioteca (edição Sá da Costa, 1938).
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por FJV, em 26.05.07
||| Vinhos.












Contra o catecismo: «Existe um discurso demasiado sério sobre o vinho, é preciso que se restitua a liberdade a cada apreciador para poder julgar o vinho que bebe sem a espada de Dâmocles por cima da cabeça à espera de justiçá-lo se um aroma ou outro escapar ao paladar do desgraçado bebedor!» Alfredo Saramago, 125 Vinhos (Assírio & Alvim).

Para rir um pouco, Saramago enumera os sabores detectados por alguns críticos de vinhos: granito morno, suor de cavalo, móveis antigos, madeira exótica, animal, aroma a caixa de charutos, feno cortado, textura de cetim, aroma de pedras, pólvora, toque de pau, fósforo queimado, apetrolado, galho seco, notas de talos de couve, aroma telúrico, cheiro a sacristia, couro de boa finura, couro limpo, toque de marroquinaria, etc. etc. Vale a pena.
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por FJV, em 26.05.07
||| The History of Cardenio.









Shakespeare (e Fletcher) em nome de Cervantes.
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