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por FJV, em 12.04.07
||| O cantinho do hooligan. Benfica visto do Cruzeiro do Sul, 2.
Como está calor nos trópicos (mas chove), registo apenas que eles bem tentaram. Mas os outros vestiam de azul e branco.

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por FJV, em 12.04.07
||| O cantinho do hooligan. Benfica visto do Cruzeiro do Sul.









Os comentários da televisão brasileira sobre o Benfica-Espanyol têm uma vantagem: só elevam a voz quando a bola se aproxima realmente da baliza e não dizem «já está!» quando Miccoli está a pensar rematar a trinta metros. Se bem que o Costa (ex-Grêmio) entrasse agora no Espanyol, eles (os comentadores) são benfiquistas mas não gostam muito de Karagounis. Compreendo.

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por FJV, em 12.04.07
||| Europa e Cavaco.
Todos sabemos que esta União terá de avançar. Com ou sem referendo ao tratado constitucional. Mas não me parece justo que o presidente da Comissão Europeia, o primeiro-ministro, o presidente da Assembleia da República, e o nosso presidente da República pensem, em simultâneo, que não vale a pena consultar os cidadãos. Faremos figura de corpo ausente. Não se queixem, depois. Eu preferia que nos queixássemos agora, nós.

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por FJV, em 12.04.07
||| Terceira leitura. Depois dos jornais desta manhã.
Não concordo com a ideia de que se tratou do julgamento de Sócrates. Um julgamento não se justificaria nestas circunstâncias; a linguagem da política é que pode ser efusiva e tratar assim aquilo que foi uma declaração do primeiro-ministro sobre dúvidas acumuladas acerca da sua licenciatura. Sócrates lidou bem com a circunstância e, em termos de opinião pública, pode constituir um segundo arranque para o primeiro-ministro. Mas, como diz António Barreto no Público, há coisas que ficaram afectadas para sempre. Um dos motivos pode ser, inesperadamente, a segunda parte da entrevista (Opa, Ota, impostos, etc); presumia-se que o primeiro-ministro ganharia a primeira parte da entrevista e, sendo assim, podia repetir o discurso habitual sobre essas matérias. Foi o que sucedeu. Como a primeira parte correu bem, nada o impedia de acentuar as campanhas do governo durante a segunda.

Muito bem visto pelo Paulo Gorjão. A partir de agora, qualquer discrepância entre as declarações do primeiro-ministro e pormenores eventualmente revelados por futuras investigações jornalísticas, será decisiva. E muito grave.

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