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por FJV, em 22.02.07

||| O que é feito dos suplementos literários?











Está neste momento a decorrer (sala ao lado, Casa Fernando Pessoa) o habitual debate mensal Livros em Desassossego, coordenado por Carlos Vaz Marques, hoje dedicado ao tema «O que é feito dos suplementos literários?», com Helena Vasconcelos (responsável pela revista electrónica Storm), Inês Pedrosa (escritora e jornalista), Torcato Sepúlveda (jornalista da revista NS, suplemento de sábado do Diário de Notícias), Guilhermina Gomes (editora nas casas Bertrand/Quetzal/Círculo de Leitores/Temas e Debates) e a escritora Lídia Jorge (que apresentou o seu novo romance Combateremos a Sombra, a publicar em Março pela D. Quixote). Sala cheia. Informação online.

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por FJV, em 22.02.07
||| Um referendo com resultados interessantes.










O «Inquérito aos estudantes da Universidade de Coimbra: consumos culturais, participação associativa e orientações perante a vida», realizado por Elíseo Estanque e Rui Bebiano.

Comentário de Rui Bebiano
, no seu blog: «Cerca de 18,3% dos inquiridos revelou jamais ler livros. Destes, 7,3% pertencem às Artes e Letras, 10,9% ao Direito e 13% às Ciências Sociais, áreas que estão num dos extremos da escala. No outro, quase 48% de Desporto e 40% dos alunos das diversas Engenharias afirmaram jamais pegarem em tais objectos. Do conjunto, para cada rapariga que declarou não ler livros, existem três rapazes que nunca o fazem. Partindo do princípio - não provado, mas que me parece admissível - de acordo com o qual muitos dos inquiridos terão, por pudor ou incerteza, entendido que raramente lêem quando de facto nunca lêem, os valores reais poderão ser ainda mais desoladores.»

Comentário de Luís Mourão, no seu blog: «A questão é: se os universitários não lêem, quem lê? É que me parece razoável dizer-se que hoje se lê mais, embora me pareça também razoável dizer-se que não se lê na mesma proporção em que se edita entre nós. Este "razoável" é enganador? A outra questão é: se os jovens urbanos até aos trinta anos votam maioritariamente à esquerda e apoiam as causas ditas fracturantes, onde aprenderam eles isso? Haverá já questões de sociedade e cultura que prescindem dos livros e mesmo de um tratamento mais profundo dos jornais? Bastará o Prós e Contras e o eco disso na conversa do dia-a-dia?»

[Fotografia de Chema Madoz.]

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por FJV, em 22.02.07
||| Os Grandes Portugueses e os outros.







Obrigado Miss Pearls. Na verdade, embora o concurso seja o que é, engraçadinho, acho que tem de haver uma certa equidade no tratamento & divulgação dos documentários sobre os portugueses a concurso. Não houve. Para as audiências é bom; ter Salazar, Cunhal e outro qualquer na disputa final, é bom. Mas eu quero lá saber.

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por FJV, em 22.02.07
||| Uma suspeita.
«Truth, lies and anti-semitism»: Irène Némirovsky's last novel, written before her death in Auschwitz, caused a sensation when it was discovered in 2004. But the charge that she might have been anti-semitic - even though she was Jewish - threatens to stain her reputation.

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