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por FJV, em 25.01.07
||| Parlamento.
O parlamento acha que a RTP deve retomar o horário do tempo de antena dos partidos. O PSD, o CDS, o PCP, o BE, o PS e a ERC acham que a RTP deve colocar o tempo de antena às 20h00 ou a seguir ao jornal das 20h00. Não faço ideia, porque raramente vejo. Mas espero que Anatomia de Grey passe antes das 22h00.

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por FJV, em 25.01.07
||| Meter o parlamento dinamarquês na ordem.
A presidente e vice-presidente da comissão de Assuntos Sexuais e Reprodutivos do parlamento dinamarquês gostam de dar lições de moral e indicações de voto. Eduardo Pitta mete o assunto na ordem, e muito bem. Ah, as coisas que eu não gostaria de recomendar que fossem votadas pelos dinamarqueses... Nenhuma decente, é verdade, mas para isso é que servem os dinamarqueses de vez em quando.

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por FJV, em 25.01.07
||| TLEBS, petição.
A petição contra a experiência TLEBS foi hoje entregue por José Nunes na Assembleia da República, Presidência da República, Primeiro-Ministro, Secretário de Estado Adjunto e da Educação. Tinha 8.132 assinaturas contra a insanidade.

Em breve será publicada a portaria que suspenderá a legislação que regulava a TLEBS (portarias n.º 1488/2004, de 24 de Dezembro e n.º 1147/2005, de 8 de Novembro, por exemplo).

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por FJV, em 25.01.07
||| TLEBS. O debate. {Actualizado}
Para quem seguiu o debate ontem à noite sobre a TLEBS, na RTPN, parece evidente que só uma enorme falta de pudor permite que o Ministério da Educação continue com este processo azarado e ridículo (o que foi explicado por João Andrade Peres). A mesma falta de pudor atinge o Dr. João Costa, que deveria demitir-se imediatamente de todos os cargos relacionados com esta «reforma linguística» (os motivos foram explicados, um a um, por Maria Alzira Seixo). Seria uma oportunidade para que as «corporações ideológicas» fossem sacudidas («varridas» seria um excesso) do Ministério.
Entretanto, José Nunes entrega hoje a petição em São Bento e em Belém. Ele deu uma lição.

Adenda: Não, não se trata de perseguição e tenho o maior respeito pelo Dr. João Costa, mas a verdade é que o professor faz, também, parte do conselho científico do Plano Nacional de Leitura.

Adenda 2: ler, entretanto, este excelente reparo de João Paulo Sousa, no Da Literatura.

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por FJV, em 25.01.07
||| Coitado do Zé Dirceu, a quem tudo acontece.
O biógrafo Fernando Morais, autor dos livros sobre Olga Benário e Assis Chateaubriand (o magnífico Chatô, o Rei do Brasil) tinha decidido escrever uma espécie de report sobre «o caso» de José Dirceu, o ex-todo-poderoso ministro da Casa Civil de Lula e cujos direitos políticos foram «cassados» pela Câmara. Já se sabe que lavar ministros como Dirceu é obra. Pois acabam de roubar todos os materiais a Morais e, por consequência, a Dirceu (incluindo um taco de basebol com o autógrafo de Hugo Chávez). Quem tem sorte é Paulo Coelho; liberto (para já) da tarefa de erigir o seu monumento a Dirceu, Morais vai acabar a biografia do autor de O Alquimista. Já é azar.
(Via Gonçalo Soares.)

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por FJV, em 25.01.07
||| Sobre isto ninguém protesta, não é?










Fica exactamente a meio caminho entre Cape Town e Montevideu e a uns precisos 2 333 kms do pedaço de terra mais próximo. Tristão da Cunha foi descoberto por portugueses há quinhentos anos (e logo abandonado por virtude «das suas altas escarpas») -- e é território britânico. Acabo de saber que a partir de Fevereiro deixará de haver transportes regulares para Tristão da Cunha (eram assegurados pelo RMS St. Helena, um navio-correio inglês). Como não existe aeroporto em Tristão da Cunha, a única maneira de chegar a Edinburgh of the Seven Seas consiste em apanhar boleia de um navio pesqueiro sul-africano. Acho isto uma injustiça.

Adenda: O João Moreira, por mail, acrescenta que também Santa Helena e Ascensão foram descobertas por uma armada portuguesa comandada por João da Nova. Sim, João. Mas para aí há transportes. Eu queria era um cacilheiro para Edinburgh of the Seven Seas. Dizem que há lá um pub (o Albatross Inn, o único da ilha), onde a pint custa apenas 60p e a lobster quiche se fica por um euro e meio. O fim destas viagens para Tristão da Cunha devia mobilizar-nos.

Ver texto de Rob Crossan.

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