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por FJV, em 15.10.06
||| Liberal à moda antiga.




















Os liberais de hoje defendem a iniciativa privada. Está certo. Mas os liberais à moda antiga acham que o mais importante são os direitos dos cidadãos -- dos indivíduos, aliás. Não vale a pena substituir um Estado por outro.

(Clicar na imagem para ampliar o texto completo da Bill of Rights.)

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por FJV, em 15.10.06
||| The Temptations, «Papa Was a Rolling Stone (1972)»

«Em 1973 o silêncio era muito pesado, denso, irreal, mesmo com aquelas canções dos The Temptations, Papa Was a Rolling Stone, «papa was a rolling stone, wherever he laid his hat was his home, and when he died all he left us was alone, papa was a rolling stone», e «that’s why I can’t seem to understand why, girl, girl, girl, why you wanna make me blue? I’m askin’ you girl, girl, girl, why you wanna make me blue?» e o som, ele não esqueceria o som da Orquestra Moderna Os Embaixadores, parecia o som que iluminava toda a sua memória, a dos babás da Pastelaria Princesa, a do buffet ao domingo no Polana, a do chá das cinco, a dos machibombos ruidosos a chegar à Mac Mahon, Papa Was a Rolling Stone, o mar, Papa Was a Rolling Stone, o céu, Papa Was a Rolling Stone, o vento de Lourenço Marques, os bailes de casamentos, as cadeiras que se afastavam nas rodas à volta das mesas do Scala, as matinées na Igreja da Polana, o maillot, como então se dizia, de Maria de Lurdes, a descer até à cintura.» Lourenço Marques.

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por FJV, em 15.10.06
||| The Beautiful South, «A Little Time»

Inocência e leviandade. Nada mau.

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por FJV, em 15.10.06
||| Por causa da verdade, nua e crua.
O Miguel Marujo tem alguns dos melhores comentários as eleições brasileiras.

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por FJV, em 15.10.06
||| Flores de antanho, 3.










Sabonete Rose, Ach. Britto.

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por FJV, em 15.10.06
||| Cidadania.
O Ministério Público foi vencido pelos tribunais no caso de naturalização de uma cidadã brasileira que vive no Seixal, casada com um português – e que vive em Portugal há bastantes anos, além de pagar os seus impostos e de possuir bens em território nacional. A notícia vem no Público, que transcreve o parecer do MP: «Não indicou prova da sua integração social, desconhecendo-se o que conhece de Portugal além da região do Seixal, se tem uma percepção histórica de Portugal (conhece, por exemplo, Pedro Álvares Cabral? Ou quem foi o fundador do Reino de Portugal?), das figuras mais representativas da sua cultura (por exemplo, sabe quem foi Camões, autor de Os Lusíadas?), se acompanha a realidade actual do nosso país (como?), se sabe quais os titulares dos principais órgãos políticos da nação (quem exerce as funções de Presidente da República? De presidente da Assembleia da República? De primeiro-ministro?), se conhece os símbolos nacionais (quais as cores da bandeira nacional, o hino nacional?), quais os partidos políticos representados na Assembleia da República, qual a função essencial desta». Para se ser português devia ser necessário saber responder a algumas dessas perguntas essenciais. Temo, no entanto, que a sua argumentação poderia causar uma boa razia no número de cidadãos portugueses nascidos em Portugal. O MP devia submeter-nos a exame igualmente. Não se perdia nada.

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