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por FJV, em 03.05.06
||| Israel 58 anos.




















A 16 de Maio de 1948, domingo, David Ben Gurion leu a Declaração de Independência.
[As notícias do dia, no The Palestine Post; a proclamação de Ben Gurion; a primeira página do jornal, já com notícias das invasões.]






No The Jerusalem Post, 58 razões para gostar de Israel. No Haaretz, suplemento dedicado ao Dia da Independência.
Também no Haaretz, não perder os textos de Bradley Burston (The War that Divided the Judaism) e de Yoel Marcus (Israel, not as bad as it sounds).





















Sobre Israel visual, a história de alguns símbolos da vida quotidiana do país: o kippah em tricô, e o seu significado; o café instantâneo Elite; o carro Sussita; as sandálias
da sapataria Nimrod (no Boulevard Dizengoff, em Telavive); a Uzi; a nostalgia do Rummikub; a história da fonte tipográfica Haim; o símbolo da El-Al; o mais famoso dos casacos (parka) de Israel, o Dubon, do exército; a mais popular das sacolas israelitas, o tik sekhel, que transportava tudo; ou o popular símbolo dos correios.

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por FJV, em 03.05.06
||| As viagens dos outros.



























Os amigos vêm do outro lado do mundo e trazem com eles imagens intermináveis. Uma biblioteca de rua, em Tóquio. Um resto de paraíso, algures no Japão.

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por FJV, em 03.05.06
||| Revista de blogs. Cartas de amor.
«Vai para dois anos que me dedico a escrever cartas de amor, de manhã à noite, intensamente, no pequeno gabinete que aluguei num velho edifício de escritórios duma rua da Baixa. Mas devo dizer, como prévio e indispensável esclarecimento, que apesar da abundância da minha produção epistolar, toda ela sobre estados de alma amorosos, não me encontro apaixonado por ninguém nem julgo que tal me venha a acontecer nos tempos mais próximos. Trabalho as cartas de amor, moldo os sentimentos, forneço as chaves com que se abrem os corações mais empedernidos e se jogam os lances das inseguras paixões, mas tudo de uma forma profissional, não me deixando envolver, respondendo às solicitações, que são muitas, da minha vasta clientela. Sou, portanto, um profissional do amor. Escrevo as cartas que os apaixonados não sabem escrever, e cobro por isso os meus honorários.»
{No Disperso Escrevedor.}

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por FJV, em 03.05.06
||| Isto resolve-se.
Um estudo publicado pela TSN diz que os portugueses não se interessam grandemente pelo País. Portugal é «um país mais atractivo para os portugueses não residentes, enquanto os residentes não se interessam por ele», diz um dos responsáveis pelo estudo, que acrescenta: «Se Portugal fosse uma marca e, se nada fosse feito, estaríamos em risco de desaparecer.» A questão está no «se nada fosse feito», evidentemente. Os portugueses são casmurros, é o que é. Com tanta campanha pela auto-estima, pelo «Portugal Positivo», pelas nossas vitórias históricas, pelas nossas virtudes e glórias – e nada. Contra isto não há remédio, vendo bem; este sentimento é velho de séculos. Não nos habituamos a nós próprios, às condições do nosso destino, que seria o primeiro passo para que as coisas corressem melhor; isto não tem nada de conformista. Vejam-se os debates sobre o futuro da Pátria e das instituições: quase todos falam de um País que seria bom existir, o que daria jeito para tornar mais confortáveis as convicções e o debate entre intelectuais. Mas a verdade é que somos isto. Enquanto não nos habituarmos à ideia de que somos isto, de que é necessário orgulho pessoal, afirmação, esforço individual, não se dará esse salto. Estes temas cansam bastante, são repetitivos, inócuos, irrelevantes. Mas nem tudo tem de ser relevante nesta matéria. Os portugueses merecem melhor sorte, são simpáticos em dias flutuantes, são entusiastas por temporadas – resistem ao ressentimento dominante entre as lideranças, à mediocridade das pequenas elites, melhoram no que podem; nessa matéria, conheço exemplos bastante interessantes, do ensino às grandes empresas e à administração pública. Infelizmente, além das elites que deviam dar exemplo de imaginação, criatividade, parcimónia, bom-senso e bom-gosto geral (e não dão, basta ver a televisão, ler as revistas), as lideranças intermédias são, em boa parte, medíocres, ressentidas, mal formadas, com falta de sentido de humor e com falta de sentido do dever público. Quando ouço tantas críticas à afirmação da «liberdade individual» diante dos «interesses da sociedade» (e quais são eles?), que se acumularam também por causa deste post daninho, confirmo que o problema reside, na verdade, nos «interesses da sociedade» e nos seus intérpretes. Se os «indivíduos» fossem mais exigentes, mais corajosos na sua exigência (para consigo, para com o Estado, para com os serviços prestados pelos outros), andaríamos muito melhor. Nem era preciso chegar aos quartos-de-final e às festas na Expo se Portugaaaale passar nas eliminatórias do Mundial.

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por FJV, em 03.05.06
||| Uma candidatura.










Não, eles não merecem. Nunca Villepin, nem Sarkozy. Nem o pelotão de socialistas pindéricos. Nem aqueles sotaques e pronúncias da velha França empertigada, ou da nouvelle France imbecil. Eu apoio, e já, Ségolène Royal. Não apenas por ser bonita. Mas também por poder mandar para casa aqueles cavalheiros insuportáveis da política francesa.

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por FJV, em 03.05.06
||| O eixo do mal, 2.
Na verdade, a nacionalização na Bolívia terá efeitos curiosos no Brasil. Contra o que se pensa na Europa e o que ontem se supunha lendo a imprensa brasileira, o PT cavalgará na onda da nacionalização. Com eles, é sempre possível chegar mais longe.

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