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por FJV, em 16.12.05
||| Entrevista com Dawkins.
Via Alex Castro, aqui está uma entrevista com Richard Dawkins «about intelligent design, dishonest Christians, and why God is no better than an imaginary friend».

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por FJV, em 16.12.05
||| El momentazo.
Ter um prémio porque «le da la gana» é muito melhor do que ter um prémio por milhares de razões, mesmo que elas sejam boas. Eu gosto desses prémios. Obrigado.

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por FJV, em 16.12.05
||| Momentos zen.
Algumas cenas fatais na história do cinema.

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por FJV, em 16.12.05
||| Varig, 2. {Actualizado}
Sobre o «caso Varig», ler o post de Gonçalo Soares no Gândavo.

E ter em atenção o afastamento da Fundação Ruben Berta do controlo da companhia, decidido pelo tribunal, depois da inflexão estratégica de anteontem.

ADENDA AO FOLHETIM: tribunal recoloca a Fundação Ruben Berta na administração da Varig.

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por FJV, em 16.12.05
||| Português, sim. E Filosofia não, porquê?
Questão de puro bom-senso. O Ministério da Educação decidiu manter a obrigatoriedade do exame nacional de Português em todos os cursos gerais do 12.º ano, substituindo a Filosofia pela terceira disciplina nuclear que até agora não estava sujeita a exame.

Mas fica essa pergunta: Filosofia não, porquê?

ADENDA: Os professores de português (aliás, a sua Associação) ficaram perplexos com a decisão do Ministério. Não me parece mal, dadas as coisas que nos deixaram perplexos antes, ditas pela Associação.

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por FJV, em 16.12.05
||| A tragédia.
O discurso de Mário Soares aproxima-se, finalmente, da dramatização. A sua guerra pessoal contra Cavaco transformou-se, aos poucos, numa coisa doentia, recorrente, repetitiva, monótona e desagradável. Mais do que isso, com aquela marca de ressentimento que vem sempre colada ao anúncio das tragédias (e que esteve prestes a anunciar no debate com Manuel Alegre). Na entrevista de ontem na Antena Um, Soares repetiu a expressão «seria uma tragédia», quer em relação a assuntos europeus, quer, no fundo, em relação à eleição de Cavaco. Essa ideia de «seria uma tragédia» («seria uma tragédia» não ser eleito), de qualquer modo, vai tendo teve inflexões e desmentidos (Cavaco, afinal, já não é um papão apesar de lhe poder vir a tirar o sono) porque não é possível mantê-la em regime permanente. O que a candidatura de Cavaco (para temor de soaristas e de cavaquistas) vem fazer, no fundo, independentemente de si mesmo, é interromper um ciclo conservador onde o republicanismo se sobrepõe aos valores republicanos.
Por outro lado, a ideia de tragédia na política é sempre populista; a sua dramatização assenta em coisas vagas, num discurso sem referente. Na verdade, Cavaco, o gajo, é uma peça menor neste tabuleiro -- o que assusta, agora, é o fim do ciclo político em que não se podia questionar o seu lugar sacerdotal (daí o seu despeito em relação a Alegre, a quem acusa de estar impreparado -- como se a única preparação para exercer o cargo viesse do facto de o ter já exercido, o que resultaria numa espécie de casta republicana que só viveria na sua órbita). Até em coisas banais Soares deixa esse sinal, repetindo nos debates e entrevistas a expressão «não é disso que eu quero falar» ou «eu quero falar é de».
Esta campanha veio trazer um Soares que não merecia ser visto desta maneira, dada a sua importância para o quadro geral da República: obrigado a desmentir-se a si mesmo (em relação a Sócrates, que odiava; em relação à qualidade dos políticos; em relação a África; em relação a Guterres, sobre quem diz coisas ditirâmbicas, a propósito da «estratégia de Lisboa»; em relação ao PS), a falar do que não quer e do que o enfastia, defendido por Jorge Coelho com a ideia absurda da desistência dos outros candidatos de esquerda. Mas a procissão de coisas absurdas vai continuar.

Adenda: Jorge Coelho retirou o apelo à desistência das outras candidaturas. «Mas o aviso ficou registado.» Estas declarações são o reinício da dramatização.

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por FJV, em 16.12.05
||| Vitorino contra Soares?
«Portugal não precisa de dom Sebastiões ou de homens providenciais, mas de um Presidente da República que saiba unir os portugueses.» António Vitorino, criticado subtilmente por Mário Soares uns dias antes, estaria a referir-se ao antigo presidente da República?

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por FJV, em 16.12.05
||| O traidor do rock'n roll.
Aqui e aqui, o Nuno Lima começou a elaborar uma lista de canções «para a dor de corno».

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