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por FJV, em 16.05.07
||| Estante, Aron.













Acabei de ler, finalmente, as Memórias de Raymond Aron. Um século inteiro -- e quatro capítulos inesquecíveis. E uma leitura da Europa a partir do outro lado do senso comum e das versões oficiais (nos meus tempos da universidade, Aron era mal visto e mal lido; contava mais a pirotecnia). Por detrás da obra, a defesa de um modo de ser, na universidade e na política, talvez demasiado francês para meu gosto, onde são visíveis a clareza do génio e o brilho intelectual de Aron, acossado pelos novos mandarins da IV e da V República, onde quis sempre ter lugar.
Lamentável: as gralhas, a tradução, os erros gráficos, que quase tornam ilegíveis dezenas e dezenas de páginas. Não é normal na Guerra e Paz, a editora.

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