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por FJV, em 17.09.05
||| Era bem feito.
Se, depois das várias recusas que protagonizou (candidato, ministro, etc., etc.), António Vitorino aceitasse funções na candidatura de Soares (e depois do que Soares sugeriu sobre Vitorino), seria o fim de uma época (e de uma tradição). Mas Vitorino foi fiel a si próprio: não aceitou. Qualquer um via que eram ligações a mais. Quer dizer: até Vitorino percebeu. Para Soares não era demais.
(Actualizado)

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6 comentários

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De patrick blese a 20.09.2005 às 10:53

Para Vitorino só conta o vil metal, serviço público e causa pública são termos que não constam do seu vocabulário.
Soares é o verdadeiro polvo, para mais sem memória e sem vergonha.

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