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por FJV, em 04.06.07
||| Interesse.
Uma das coisas que se aprende rapidamente em diplomacia e em relações internacionais é o significado da palavra «interesse». Admito, por isso, um certo «tom morigerado» do ponto de vista oficial, quando se trata das nossas relações com a Venezuela; se o que está em causa são «os nossos interesses», admito que os governantes se não coloquem a jeito e deixem «o trabalho ideológico» para outros, reservando para si aquilo que é da sua estrita competência. É das normas e dos livros; e compreensível. Mas não percebo a necessidade de um secretário das Comunidades aparecer a abençoar o governo venezuelano ou a declarar paixão pelas suas políticas.

Ver também Tomás Vasques. E, entretanto, ler o post da Cristina Vieira.

Veja-se o caso de Lula. Depois de Chávez insultar o congresso brasileiro, o embaixador venezuelano foi chamado ao Itamaraty; agora, Lula vem dizer que tem interesses na Venezuela e que Chávez e os EUA não são inimigos do Brasil. É o mercado ideológico a funcionar.

[FJV]

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