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por FJV, em 07.02.06
||| Sim, eu explico outra vez.
Como há umas dúvidas, vou tentar não ultrapassar cinco ou seis linhas: o Ministro dos Estrangeiros não tem que fazer doutrina sobre liberdade ou sobre religião; devia ter-se limitado a considerar que, em seu entender, tudo isto é uma pena; mesmo assim, eu acho que se trata de um mero comunicado para agradar ao fundamentalismo e aos conservadores em geral, pura «diplomacia económica». Caso contrário, trata-se de um sinal perigoso sobre o que entende o governo acerca da liberdade dos seus concidadãos. E, se o Ministro pensa de facto aquilo, então está a mais.

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11 comentários

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De PSeven a 10.02.2006 às 11:08

Nuno Gonçalves,
Esse é o único ponto em que eu acho que vocês têm alguma razão. O ministro deveria ter falado em nome do governo e não em nome de Portugal. Mas, muitos dos que criticam a declaração de FA caiem exactamente no mesmo erro ao afirmar ela envergonha todos os portugueses! Como vê é um erro fácil de cometer e que não justifica a “guerra” que lhe abriram.
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De Nuno a 09.02.2006 às 19:20

pseven,
o perigo não é a declaração do Diogo Freitas do Amaral, é do Ministro Diogo Freitas do Amaral que falou em nome do país.
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De PSeven a 09.02.2006 às 10:44

Não posso estar de acordo com o FJV! Não vejo, na declaração de Freitas do Amaral, nenhum perigo para a liberdade. Se se defende o direito de publicar tudo o que se quiser, mesmo caricaturas insultuosas e provocativas como estas, também tem que se defender o direito de criticar o que é publicado e de discordar da sua publicação.
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De M em Campanhã a 08.02.2006 às 22:16

"neste país em diminutivo
respeitinho é que é preciso"

(ah, grande o'Neill)
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De katraponga a 08.02.2006 às 19:33

Não deixo de concordar com o FJV em relação ao dedinho espetado. Só faltava dizer "vejam lá mas é se estão caladinhos e não fazem muito barulho".
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De RS a 08.02.2006 às 15:11

De acordo com a vergonhosa omissão do que se tem passado um pouco por todo o mundo islâmico. Em desacordo com o resto. Não podemos ficar reféns do nosso próprio laicismo. Isso é fundamental(ista).

Considero o fundamentalismo laico muito mais perigoso que o religioso. As coisas invisíveis ou camufladas são sempre mais perigosas que as visíveis ou ostensivas.
Mantenhamos a guarda alta.
Just in case...

Um abraço,
RS
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De Francisco J. V. a 08.02.2006 às 03:07

«A mais», meu Caro Rui, porque não me parece que uma pessoa que diga o que DFA disse hoje, possa estar à vontade entre gente que preza a liberdade. Na verdade, ele ameaçou os portugueses, de dedinho espetado.
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De RS a 08.02.2006 às 02:30

A mais como os muçulmanos na Europa? A mais como o Hamas no parlamento? A mais "tout court"?

Cada vez me convenço mais que o único motivo pelo qual não andamos ainda a partir os vidros das montras das lojas de muçulmanos é que eles começaram primeiro e são mais do que nós.

PS:
Algum dia teria de discordar, FJV.
;)
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De Afonso Henriques a 08.02.2006 às 00:47

"Que é uma caricatura?"
Interrogava-se hoje Eduardo Prado Coelho no PÚBLICO.
Vá lá. Vão lá. Expliquem-lhe. Não sejam maus.
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De Paulo Pisco a 07.02.2006 às 23:35

Lamentável muito lamentável. Enquanto desfilava pela Avenida de braço dado com Soares, Louça, entre outros "camaradas" recentes, ainda podiamos rir. Mas agora ao falar em nosso nome, resta-nos chorar e esperar que o senhor volte para a sua cátedra e não nos envegonhe mais.
Sobre este assunto ver post "triste" em http://memoriasdeadriano.blogspot.com/

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