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por FJV, em 25.04.06
||| Infelicidade.
Afinal, não se confirmou a manchete do Expresso. O presidente não dedicou o 25 de Abril a dar puxões de orelhas aos deputados. Pelo tom e matérias do discurso de Cavaco Silva no Parlamento, não sei como vão acusá-lo de tentar mais um golpe contra o regime.

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6 comentários

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De acv a 27.04.2006 às 21:40

Sem cravo, com discurso social e sem tecnocracia economicista.
Há anos, para tirar a chupeta ao meu filho, fingi que a perdi e dei-lhe um rebuçado. Mesmo que o rebuçado tenha sido uma mera compensação para o simbolismo da perda da chupeta, teve que ser, pois não estava a ver o pequeno a crescer sempre agarrado à chupeta.
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De alice a 27.04.2006 às 04:18

Sim, só se esqueceu de cantar a Grândola Vila Morena, mesmo sem cravo na lapela.
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De antónio larguesa a 26.04.2006 às 15:33

Discurso de "esquerda", de compaixão, de solidariedade, de alerta - que importam as definições? O que importa é a gravidade emprestada pelo Presidente ao compromisso cívico concreto que propôs aos portugueses e a que teremos de responder por acção ou omissão (...)

Vicente Jorge Silva, na edição de hoje do DN
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De José Pedro Pessoa e Costa a 26.04.2006 às 15:07

E que dizer da recusa de Alberto João Jardim em comemorar o 25 de Abril?
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De Sérgio Aires a 26.04.2006 às 01:58

Com 5 páginas, o Presidente da República arrumou de vez com a velha questão de que a pobreza e a exclusão são uma questão de coração e que este bate à esquerda. A reacção negativa do Bloco e do PCP ao seu discurso aí estão para o demonstrar. Perceberam que a sua agenda política acabou. E logo no dia 25 de Abril. Com 5 páginas apenas.
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De António Viriato a 26.04.2006 às 00:22

O discurso foi equilibrado, sensato, com a tónica na atenção aos socialmente mais fracos. Ter-lhe-á faltado apenas alguma veemência e uma mais clara referência à escassa competência técnica e cívica revelada pela «classe política», no desempenho dos cargos públicos, bem como uma inequívoca condenação da avidez argentária de que esta putativa classe tem dado prova. O PR, se não quiser ficar conivente com ela, terá de a zurzir, pelo menos em discursos. Mas ainda terá muitas intervenções políticas para fazer. Veremos se não desperdiçará oportunidades. No mais, não esteve mal e deveria ter sido cordatamente aplaudido pelo conjunto dos Deputados.

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