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por FJV, em 12.01.06
||| O ónus da prova. De novo.
O presidente Sampaio regressa ao tema por vias travessas. Primeiro, autorizou, da Presidência, o próprio conceito de «inversão do ónus da prova» quando falou dos «sinais exteriores de riqueza». Agora, o «cruzamento» de dados «através do qual podem ser detectados delitos». Começam pela evasão fiscal; daí até à ficha completa não falta muito. Toda a gente tem muita vontade de praticar o bem, e não são -- sequer -- capazes de explicar como funcionam as escutas telefónicas.

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1 comentário

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De Carlos Azevedo a 12.01.2006 às 15:34

Sim, o funcionamento das escutas telefónicas é escandaloso. Mas o cruzamento de dados é uma coisa completamente diferente. E útil.

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