Imagens das Grodrej indianas, que deixaram de ser fabricadas.
Arturo Pérez-Reverte faz aqui o elogio fúnebre da máquina de escrever depois do anúncio do encerramento da última fábrica do mundo, a Godrej & Boyce, de Mumbai/Bombaim. As Godrej começaram a ser fabricadas logo depois da independência, como um símbolo da nova Índia industrializada e, ao longo da sua história, produziram modelos para 40 línguas diferentes. Acabaram. Mas, calma!, há ainda uma última fábrica de máquinas de escrever que resiste ao digital: trata-se da Swintec, de New Jersey, que ainda fabrica sistemas eléctricos para «margarida»

e que por 209 dólares apresenta no seu catálogo este modelo transparente (as Clear Cabinet, em versões New York State, Michigan e Washington State, entre outras — a mais cara é a 2600CC Clear Cabinet Electronic, cujo valor anda pelos 500 dólares); esta é a mais barata de todas:

Um dia ainda veremos alguém festejar o «aparecimento» de um novo tipo de computador, que «faz um print» ao mesmo tempo que se escreve.
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