É uma má notícia para os dietistas e caçadores de imoralidades calóricas: a ‘francesinha’ faz parte do nosso orgulho. O sítio AOL Travel acaba declarar que ela é a oitava melhor sanduíche do mundo, uma espécie de Machu Pichu da culinária de bar. A ‘francesinha’ deve ser comida de garfo e faca, e nas dez primeiras da lista, apesar da abundância de ingredientes, só o ‘kati roll’ (de Calcutá, em sexto lugar) se lhe compara em elegância – todas as outras só podem ser comidas com manifesto prejuízo das maneiras à mesa. A ‘fast food’ portuguesa pode ser enriquecida com a ‘francesinha’, à semelhança do que a cadeia Habib’s já fez com o pastel de nata ou o bolinho de bacalhau. Podíamos, claro, chamar-lhe ‘portuguesinha’ e licenciá-la como parte do nosso ‘património imaterial’.
[Na coluna do Correio da Manhã]
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