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por FJV, em 18.10.05
||| Estupidamente correcto.
Uma das coisas mais incómodas é a falta de sentido de humor. Gosto do desprendimento que gera o riso e da liberdade que não se deixa ferir pela ortodoxia. Não tenho grande opinião sobre aqueles que não riem por razões morais. Longe de ser politicamente correcto, é estupidamente correcto. Piadas machistas, anedotas sobre judeus ou comunistas, histórias de loiras e piadas sobre portugueses e brasileiros. Gosto. Rio bastante. Gosto do riso. Provavelmente há coisas a salvo do riso, mas também há circunstâncias em que nada está a salvo. Nunca imaginei que aquele conto mínimo gerasse comentários e mails tão correctos sobre o seu tom machista.

Curiosamente, a Rita enviou-me, por mail, uma outra versão. Aí está.
«O mais curto conto de fadas do mundo.
Era uma vez um rapaz que perguntou a uma rapariga:
Queres casar comigo?
Ela respondeu:
Não.
E a rapariga viveu feliz para sempre, pegada ao vibrador, sem marcar a hora para a depilação, e sem ter de aturar a sogra, a bola, os ciúmes, os jantares com os colegas do gajo, os boxers espalhados pelo quarto, os pêlos na banheira. Fim.»

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11 comentários

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De Marco Neves a 18.10.2005 às 02:11

Embora por incapacidade própria (penso) não consiga produzir humor da forma que desejaria (nem todos o podem), detesto a atitude "pau de vassoura" com que se critica, com paternalismo moral, qualquer piada sobre alguma minoria ou maioria facilmente "ofendível" (na mente dos "moralmente superiores", que na maioria das vezes nem pertencem a tais grupos).

Se há coisa que gosto é de heterodoxia. E nesse aspecto nada melhor do que o humor.

Cumprimentos!

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