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Inevitabilidade.

por FJV, em 11.05.10

Inevitabilidade. As coisas inevitáveis (aumento do IVA, redução de 1/4 sobre o subsídio de Natal, etc.) não pode ser confundidas com medidas normais tomadas por um governo — são medidas excepcionais a que ele é forçado. Apoiamos? Não; são, simplesmente, inevitáveis — o governo é obrigado a isso porque foi empurrado por várias circunstâncias. Seria mais fácil, para o governo (mas também significaria bater no fundo), ser obrigado a tomá-las por uma entidade externa, como o FMI («Nós não quisemos, são eles, os malandros dos estrangeiros, o capital financeiro...»), como aconteceu antes. O problema é saber o que vai fazer-se dos 3 mil milhões de euros que resultam destas medidas; destinadas «a abater no défice»?, ao «programa de investimentos públicos»? à Grécia? aos juros da dívida? Sim, ao défice. Nenhum primeiro-ministro tinha feito tanto para o combater.

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