Os autores devem estar atentos à indústria que só existe por causa deles. Falo de escritores, na generalidade sitiados entre os 8, 10 ou 12 % de direitos de autor cobrados por cada exemplar vendido. Está longe de ser um pagamento confortável, se pensarmos que são eles que escrevem os livros. Com o advento do e-book (o livro em formato digital, que pode comprar-se pela internet e não tem de ser impresso), autores como Ian McEwan ou Martin Amis pedem o dobro ou mais do que recebiam até aqui, até aos 60% nos livros eletrónicos. Inteiramente justo. A indústria fala de autores como quem fala de embaladores de charcutaria, dispensáveis e substituíveis – apenas um elemento nas folhas de cálculo. Pois se a indústria quer e-books e lucros, tem de pagar. Vai começar o combate.
[Na coluna do Correio da Manhã]
.gif)

• Leituras frequentes
• Tikkun
• NextBook
• Média | Portugal
• Expresso
• I
• Público
• Sol
• SIC
• TSF
• Visão
• Média | Brasil
• Veja
• Ligações gerais
• A Peste
• Abrupto
• Arrastão
• Blógico
• Bússola
• Claro
• Cocanha
• Daedalus
• F World
• Faccioso
• Filisteu
• Fumaças
• Ilhas
• Manchas
• No Arame
• No Mundo
• Para Não Morrer de Sede no Inferno
• Retorta Blog / Rust Never Sleeps
• Rititi
• John Lee Hooker. Don‘t Lo...
• Amy.
• Erroll.