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por FJV, em 12.04.06
||| Cecília Meireles.









«Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor./ Outras vezes encontro nuvens espessas./ Avisto crianças que vão para a escola./ Pardais que pulam pelo muro./ Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais./ Borboletas brancas, duas a duas,/ como refletidas no espelho do ar./ Marimbondos que sempre me parecem/ personagens de Lope de Vega./ Às vezes, um galo canta./ Às vezes, um avião passa. [...]» [Cecília Meireles]

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4 comentários

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De Milton a 13.04.2006 às 19:28

Não, não pensem que não sei que Sophia de Mello Breyner Andresen é portuguesa. O comentário anterior foi apenas mal escrito.
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De Milton a 13.04.2006 às 19:26

Cecília é a minha preferida dentre poetisas brasileiras. É perfeita, só perdendo para a extraordinária Sophia Andresen.

Se tiveres tempo - se e somente se tiveres tempo e vontade -, convido-te a ler meu último post "Grenaica". É o canto desesperado do hooligan esclarecido...

Abraço.
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De anarresti a 13.04.2006 às 14:15

Por vezes, expressões que ouvimos milhares de vezes ao longos da vida pontuam um poema de forma particularmente bonita, fresca... brilhante. Por vezes fazem a diferença. Por vezes pode ser a expressão "às vezes".
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De Rui MCB a 12.04.2006 às 15:01

Salvo o Marimbondo o resto da matéria prima está completa mesmo aqui, à minha volta, bem no centro de Lisboa. Falta(va) quem resgate(sse) a poesia :-)

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