A diplomacia portuguesa quer estar na linha da frente e chegou a apoiar para a presidência da UNESCO um conhecido censor egípcio, carcereiro e promitente pirómano. Agora, na melhor das companhias, votou na linha da frente acerca do conflito no Médio Oriente – numa votação onde até a Espanha se absteve, contra o que é costume sempre que se trata de Israel.
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